Sábado tem: Circuito Banco do Brasil

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No próximo sábado vai rolar aqui no Rio uma das edições do Circuito Banco do Brasil. O evento passou e ainda vai passar por outras 5 cidades ( Salvador, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo) e cada uma delas tem line up de atrações diferente.

Acho que o Rio de Janeiro ficou com a melhor montagem na minha opinião, porque vou ver bandas que queria muito ver ao vivo, com é o caso do Yeah Yeah Yeahs, além de bandas que já vi em outras oportunidades, como Raimundos e Red Hot Chilli Peppers. Sem contar em finalmente poder ver ao vivo os Titãs, umas das melhores bandas nacionais que a gente tem.

Pra aquecer, nada melhor que uma playlist com as melhores músicas dos artistas que estarão no festival. A maioria das atrações tem anos de estrada, então escolhi as minhas favoritas de cada artista.  Enjoy 😉

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Clique aqui para ver a playlist no Grooveshark

RHCP – Can´t Stop
RHCP – Around The World
RHCP – Give it away
Yeah Yeah Yeahs – Maps
Yeah Yeah Yeahs – Sacrilege
Rodrigo Amarante – Evaporar
Rodrigo Amarante – Irene
Titãs – Flores
Titãs – Os cegos no castelo
Raimundos – Esporrei na manivela
Raimundos – O pão da minha prima

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O line up oficial do Lollapalooza Chile

A organização do Lollapalooza Chile finalmente divulgou seu line up oficial, com destaque para o vídeo maneiríssimo produzido para mostrar as atrações:

As atrações eram as mesmas dos eternos boatos para esse tipo de evento. Arcade Fire, Red Hot Chilli Peppers, Phoenix. Pixies, Soundgarden, NIN, Julian Casablancas, Vampire Weekend são os mais conhecidos, acompanhados de muitos novatos como Imagine Dragons, Jake Bugg, Lorde, Elie Goulding e Savages.

 

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Achei que o festival do ano que vem ficou bem equilibrado, com bandas grandes que chamam público mas também com várias atrações novatas e que despontaram agora, deu um equilíbrio importante pro festival.

Essa pessoa que humildemente vos escreve não decidiu se vai esse ano, mas a vontade começa a bater. O line up brazuca será conhecido no dia 11 de novembro.

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Música de Domingo #31: Lou Reed

No domingo passado fomos surpreendidos com uma triste notícia: a morte de Lou Reed. Eu particularmente não esperava por isso e não sabia das condições de saúde dele, que mesmo após um transplante de fígado acabou nos deixando.

Fui procurar vídeos mais recentes dele e achei uma série de vídeos clássicos em um show com o David Bowie. Waiting for The Man na voz de Bowie e Lou é o que todo mundo precisa ver hoje.

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Música de Domingo #30: Pink

Eu adoro a Pink, mas só fui conhecer essa música dela vendo The Voice! Vai entender…

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Welcome to the OC, Bitch

10 anos de The OC.

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Gif via o sempre bom Como Eu Me sinto Quando

Pois é, em agosto de 2003 foi o dia de estreia da série nos Estados Unidos. Alguns meses depois eles chegaram na nossa TV a cabo e direto para os corações adolescentes. Foi uma das primeiras séries que comecei a acompanhar fielmente e me marcou bastante.

The OC tinha todos os elementos para fazer o sucesso que fez: o bad boy meio orfão Ryan Atwood, a patricinha que cai de amores por ele Marissa Cooper, o geek sem amigos –  e meu personagem favorito –  Seth Cohen e a garota popular por quem ele obviamente é apaixonado, Summer Roberts. Sem contar os fortões da escola que batem em todo mundo, representado por Luke e autor da famosa frase que dá título a este post. Uma pena que deu uma desandada na terceira temporada e foi encerrada um ano depois.

Mas o que mais chamou atenção na série era a trilha sonora indie-cult-bacaninha. Bandas desconhecidas surgiram e ganharam fama por causa do seriado. Quem não lembra de Seth Cohen e sua banda favorita, uma tal de Death Cab For Cutie? Me peguei lembrando das bandas que conheci pelo seriado e resolvi fazer uma playlist com as melhores, na minha modesta opinião (é só clicar na imagem aí embaixo):

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SetLit:

Nine Black Alps – Unsatisfied
The Thrills – Big Sur
Phantom Planet – California
Super Furry animals – Hello sunshine
Spoon – The Way We Get By
Of Montreal – Requeim for O.M.M.
Nada surf – If You Leave
Modest Mouse – Float On
Interpol – specialist
Imogen Heap – Hide and Seek
Doves – Caught by the river
The Subways – Rock & Roll Queen
Stars – Your Ex-Lover is Dead

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Música de Domingo #29: CHVRCHES

Chvrches

Mais uma banda pop-eletrônica-simpática pra gente conhecer:  trio Chvrches lançou há pouco tempo seu primeiro álbum chamado “The Bones of What You Believe”.  Gun é o single mais recente:

A banda também mandou super bem nesse cover de” It´s not right, but it´s okay”, da Whitney Houston:

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Música de Domingo #28: Arcade Fire

Arcade Fire_Saturday Night Live

O Arcade Fire foi uma das atrações de ontem do Saturday Night Life e logo depois do programa, apresentou em um especial mais 3 músicas inéditas que estarão no novo álbum da banda, “Reflektor”.   A música que dá nome ao álbum é o primeiro single lançado e  já tem até clipe, caso você não tenha visto.

O som da banda ganhou algumas diferenças. Duas músicas novas  – Reflektor e Afterlife – possuem elementos eletrônicos com pinta de anos 80 que estão um pouco mais fortes do que nos álbuns passados. Não que isso seja melhor ou pior, é apenas diferente. No caso do Arcade Fire fica evidente de ter sido uma influencia nova, mas que não vai mudar radicalmente a sonoridade da banda, apenas acrescentar novas possibilidades.

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As músicas que foram mostradas no especial após o programa foram ‘Here Comes The Night Time,’ ‘We Exist,’ and ‘Normal Person’.  Elas seguem o ritmo do Arcade Fire: misturas de ritmos e vocais fortes mas femininos. A minha favorita até agora foi Here Comes The Night Time.

Esse especial contou ainda com a participação de algum famosos do calibre de  Bono Vox, James Franco, Zach Galifianakis (o gordinho sem noção Alan de Se Beber Não Case ), Michael Cera e Ben Stiller. O Arcade Fire sempre foi reconhecido e admirado por muitos, inclusive por um dos maiores cantores que esse planeta  já viu: David Bowie. O cara ainda faz backing vocal em Reflektor, e isso não é qualquer banda que consegue.

No geral, acho que esse álbum promete e pode entrar nas listas dos melhores do ano.  O álbum vai ser lançado no dia 29 de outubro, antes disso no torrent mais próximo de você.

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Rock In Rio 2013 – Eu fui (parte 2)

Parcialmente recuperada dos shows de sábado, lá fui eu encarar a Cidade do Rock no domingo também.

Resolvi chegar mais tarde e só curtir alguns shows do palco mundo: Jessie J, Alicia Keys e o muso Justin Timberlake.

Fotos: Reprodução Internet
Fotos: Reprodução Internet

Jessie J

Apesar da carreira ainda curta e poucos hits, gostei muito do show da Jessie J. Com boa voz, já começou o show com Price Tag, seu maior hit. Arriscado, mas pra mim funcionou bem e conseguiu animar o público logo de cara. A menina tem carisma e se mostrou muito feliz em estar no Brasil, o que sempre ganha pontos em shows por aqui. No set também teve “Do it like a dude” “Domino” e um cover de “I don´t wanna miss a thing” do Aerosmith. Desceu pra galera como muitos e fez um show competente.

Alicia Keys

Eu conheço apenas os singles da Alicia Keys, mas sempre soube do seu talento e isso ficou mais que provado no show de domingo. Além de tocar e cantar, Alicia mostrou uma presença de palco que eu não sabia que ela tinha, com dançarinos e encenações. Arrasou cantando “No One”, “If I Ain´t Got You”, “Empire State Of Mind”  e o mais novo hit “This Girl is On Fire”, que ficou na minha cabeça até hoje 🙂


Justin Timberlake

Apesar do atraso de meia hora, chegou a hora de ver a grande atração da noite. Justin começou o show com uma sequência arrasadora de músicas de deus primeiros cds ( Like I Love You/ My Love/ Cry me a river) Ele conseguiu dosar bem as músicas do novo trabalho, “The 20/20 Experience” e as músicas dos cds anteriores.

No set, ainda teve espaço para “Shake your body” e “Need you tonight”, covers de Jackson 5 e INXS, respectivamente,

A banda que acompanha Justin é um capítulo a parte. O Tennessee Kids mostrou toda a sua competência com arranjos diferenciados e muita energia. O entrosamento entre banda e cantor fica claro durante toda a apresentação e ajuda a compor um espetáculo pop da melhor qualidade.

“Mirros” e “Sexy Back” ficaram pro final e fechou com chave de ouro a melhor apresentação Pop que eu já vi ao vivo. Se você perdeu, veja a apresentação na íntegra aqui embaixo porque vale muito a pena!

Agora é esperar 2015 e ver por quais artistas a gente vai brigar por ingresso no próximo festival.

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Rock In Rio 2013 – Eu fui! (parte 1)

A batalha por ingressos deu m dos maiores festivais brasileiros começou e terminou no mesmo dia.  As entradas se esgotaram em 4 horas e muitos ficaram a ver navios, enquanto uma minoria cheia de olho grande no desespero alheio, começa a vender ingressos por preços nem um pouco atraentes.

Foi assim com a 5a edição do Rock in Rio, que aconteceu no último fim de semana e tem mais dois dias de música.  Escolhi o dia 14 de setembro para ver  shows do Muse, Florence and The Machine  The Offspring ( adolescência feelings), 30 Seconds to Mars ( conheço duas músicas e até gosto, me julguem) Autoramas e Marky Ramone (lenda!). Numa venda extraordinária, garanti também o dia 15, com Justin Timberlake, Alicia Keys e Jessie J.

Vou falar da estrutura e das atrações que é o que realmente importa em um evento desse tamanho.

Prós

  • Limpeza: Num lugar de alta concentração de pessoas, é impossível ter um chão 100% limpo, principalmente nos locais onde as pessoas estão há 8, 10 horas esperando um artista praticamente sem se mexer. Mas o Rock In Rio aprendeu e colocou um bom número de lixeiras e de gente trabalhando pra manter o espaço o mais limpo possível.
  • Som: Na grande maioria dos shows, o som estava ótimo. Só tive problema de ouvir no show do Offspring, que inclusive teve coro de “Aumenta”.
  • Pontualidade: Todos os shows do dia começando na hora é muito bom. A gente consegue se organizar pra ver as coisas e sem esperar impaciente os artistas.

Contras

  • Entrada do Evento: A entrada do dia 14 foi caótica! Fiquei nada menos que 2 horas na fila, com um sol da tarde frenético. Uma bagunça com centenas de furões e quem ficou na fila se ferrou bonito. Não consegui entrar a tempo de ver Marky Ramone. Pena.
  • Comida: É sempre um ponto negativo em qualquer evento no Brasil. Apesar da grande quantidade de opções, os preços eram ridículos de caros. 5 reais por um copo de água, 10 por um de cerveja e 13 reais por um sanduíche simples do Bob´s. Mas também assumo minha culpa: acabei comprando comida lá dentro, quando o que eu tinha que fazer era boicotar esse cartel e valorizar um pouco mais meu suado dinheiro.
  • Verificação de Meia Entrada: Não tive que apresentar nenhum comprovante comprovando que era estudante. Isso só incentiva as pessoas a comprarem meia entrada mesmo quando elas não possuem esse direito e o eterno problema do preço dos ingressos continua. Se ninguém fiscaliza, porque tenho que pagar o dobro do preço? Também não me pediram identidade:  acho que se eu fosse menor de idade não teria dificuldade de entrar no festival, não.
  • Telão do Palco Sunset: Apesar do Sunset ter sido pensado como um palco menor, quem fica lá atrás e mais na lateral não consegue ver nada, porque o palco só tem um telão e no fundo do palco. O pessoal que fica mais na lateral nada vê, o que foi o meu caso.

Os Shows

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Tive a certeza que escolhi o melhor dia pra ir. O primeiro sábado  era o dia com artistas nem tão conhecidos do grande público, mas eles souberam contornar isso entregando performances de alto nível.

  • Capital Inicial: É uma banda que anima e consegue preencher muito bem a “cota” de bandas nacionais do evento.
  • The Offspring: A noite começou a ser ótima com o show do Offsrping. Aquela euforia adolescente num show punk rock foi a alma da apresentação deles no palco Sunset. A banda, que deveria ter tido um espaço no Palco Mundo. arrastou muita gente para o palco secundário do festival e fez um show memorável, com destaque para as clássicas “Why Don´t You Get a Job”, “Come out and play”,  “Original Prankster” e “The Kids Aren´t Alright”.  Como em todo show punk/hardcore, fui pisada, empurrada e sofri com gosto. Pelo vídeo abaixo dá pra ter um gostinho:

  • 30 Seconds to Mars: eu não vi o show completo por causa do conflito de horários com o show do OffSpring mas peguei a metade final da apresentação. Jared tenta ser um showman e não sei se ele consegue muito bem cumprir esse papel. Mas foi simpático no show e resolveu inovar passeando na tirolesa.

  • Muse: Fui ao show do Muse em 2009 e foi um belo espetáculo. Os caras mandam muito bem ao vivo e mantiveram aquela megalomania de sempre. Guitarras altas, som alto, tudo alto, dosando o repertório mais recente ( que não manjo quase nada) com grandes hits dos cds passados. Foi um excelente show e conseguiu manter o posto de headliner. Destaque pro cover de Feeling Good , da Nina Simone que é um dos melhores da vida.

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Música de Domingo #27: Katy Perry

Na batalha Katy x Gaga pelo melhor single das últimas semanas, eu fico com Perry. “Roar” é chiclete na medida certa, com aquele toque motivacional que todo mundo precisa de vez em quando. Essa semana saiu o clipe, no melhor estilo É o Tchan na Selva, porém muito bem feito.

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