TV de Quinta: O piloto de “The Good Doctor”

O TV de Quinta é o dia para falar de séries aqui no blog. Novidades, o que eu tô assistindo, essas coisas.

 

Nessa semana, a Fall Season começou a todo vapor nos Estados Unidos: séries consagradas voltando com novas temporadas e novos programas buscando um lugar ao sol (e na grade de programação). Uma das novas séries que eu coloquei na minha lista foi The Good Doctor e achei o piloto bem honesto e direto ao ponto.

A trama conta a história de Shaun Murphy, que tem autismo mas ainda consegue ser funcional a ponto de ter ido para a faculdade de medicina. Ele busca uma vaga de residente cirúrgico no hospital San Jose St. Bonaventure. Conseguir uma vaga não vai ser tão fácil assim, já que a maior parte dos médicos é muito cética sobre admitir um médico autista e com dificuldades de relacionamento.

A série intercala com flashbacks da vida difícil de Shaun por conta da doença: família desestruturada, pai abusivo e o apoio incondicional do irmão. O protagonista é o ator Fred Highmore, conhecido pelo seu papel em Bates Motel e no filme A Fantástica Fábrica de Chocolate.

A estrutura da série parece seguir outros dramas médicos que já vimos por aí: um paciente a cada episódio e as histórias paralelas do hospital e seus funcionários.

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A série pretende mostrar um lado humano de uma doença difícil e conseguiu passar essa atmosfera no piloto. Talvez tenha relevado informações demais logo de cara, quando poderia ter deixado algumas surpresas sobre Shaun para explorar melhor ao longo da temporada. Apesar disso, vai ser interessante ver como Shaun vai se comportar em um ambiente novo e pra isso vamos precisar de coadjuvantes interessantes, ponto que não chamou atenção nesse episódio.

É muito complicado analisar uma série baseado no primeiro episódio. Poucas séries que já assisti começaram de forma maravilhosa e por isso sempre vejo alguns episódios antes de decidir se vale a pena continuar. The Good Doctor se encaixa na maioria e acho que vale as horas gastas de diversão.



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TV de Quinta: 5 séries indicadas ao Emmy 2017 que você precisa ver!

O TV de Quinta é o dia para falar de séries aqui no blog. Novidades, o que eu tô assistindo, essas coisas.

 

No próximo domingo (17), acontece mais uma edição do Emmy. Apesar de não ver todas as séries e discordar de alguns ganhadores, a gente sempre assiste e torce pelos programas que a gente gosta. Por isso vim apontar as minhas séries favoritas que estão concorrendo esse ano.

Handmaid´s Tale
Emissora: Hulu (Streaming)
Status: Renovada para a 2a Temporada

Acho que essa é uma unanimidade entre todo mundo que assiste. Handmaid´s Tale foi baseada no livro de mesmo nome da escritora canadense Margaret Atwood. A história mostra um mundo alternativo em que a maioria as mulheres são inférteis e as poucas que conseguem engravidar, são capturadas e transformadas em aia. Nesse regime, elas são obrigadas a procriar com homens do alto escalão do governo local. É uma série barra pesada, mas levanta muitos questionamentos sobre o papel da mulher sendo reduzido a procriação.

Outro ponto que vale a pena destacar são as atuações impressionantes, principalmente da protagonista Offred, interpretada pela Elizabeth Moss. Temos outros rostos conhecidos, como a Alex Bledel (eterna Rory Gilmore), que já faturou um Emmy nesse papel pela sua atuação na série.

The Crown
Emissora: Netflix (Streaming)
Status: Renovada para 2a temporada

The Crown é uma série original Netflix que conta a vida da Rainha Elizabeth, desde o momento em que ela precisa assumir o trono com a morte do pai. A série é muito interessante por retratar ( com algumas ressalvas a vida real, é claro) os dilemas e dificuldades de Elizabeth ao assumir essa tarefa tão importante. “The Crown” tem atuações muito boas como a de Claire Foy (Elizabeth) e de John Lithgow como Winston Churchill.

 

This Is Us
Emissora: NBC
Status: Renovada para mais duas temporadas

Talvez a melhor série família que eu tenha visto: essa é a minha definição para This Is Us. Acompanhar a história de Jack e Rebecca e a chegada dos filhos nos anos 70 até os dias de hoje nos mostra que uma premissa simples pode render uma grande série.

O que mais me chama atenção em This Is Us é que todos os personagens são imperfeitos e aprendemos com eles a cada episódio. A série fez tanto sucesso que no meio da primeira temporada tivemos a notícias que pelo menos mais duas temporadas já estão garantidas.

Westworld
Emissora: HBO
Status: Renovada para 2a temporada

Westworld é baseado em um filme de mesmo nome dos anos 70, que foi escrito e dirigido pelo escritor norte-americano Michael Crichton. O autor também a mente por trás de Jurassic Park.

A história mostra a vida dentro de um parque temático num futuro distante. Os anfitriões são androides de aparência humana perfeita, construídos por funcionários do parque. Dentro desse espaço tudo é permitido, sem qualquer consequência. Ao longo da história vamos descobrindo segredos sobre a criação do parque e
onde onde você pode fazer o que quiser.

Westworld é o tipo de série que te prende a atenção e faz você criar diversas teorias sobre o futuro e o passado da narrativa. A história faz a gente pensar se a inteligencia artificial pode chegar a superar a mente humana e o que será de nós se isso tudo em algum momento acontecer de fato.

 


Big Little Lies
Emissora: HBO
Status: Concluída, mas com chances de uma 2a temporada.

Mais uma série baseada em livro da autora australiana Liane Moriarty, Big Little Lies é uma das grandes apostas para vencer muita coisa no Emmy 2017 nas categorias de minissérie.

A história conta a rotina aparentemente tranquila de um grupo de personagens que se vê envolvido num assassinato em uma festa escolar. O mais legal é que não sabemos quem matou e nem quem foi o morto até o final da história. A série soube mostrar esse enigma de uma forma muito fiel ao que acontece no livro.

Big Little Lies também se destaca por grandes atuações: Nicole Kidman e Reese Witherspoon concorrem a melhor atriz em minissérie e elas estão com grandes chances de levar o Emmy pra casa.

 



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Meus Favoritos no The Voice EUA

5a temporada de The Voice

Comecei a ver The Voice na temporada passada e gostei do formato do programa. Não era muito fã de programa de calouros norte-americanos, principalmente porque não havia tanta diversidade de artistas. Já no The Voice, os artistas são muito diferentes uns dos outros, o que dá uma dinâmica muito mais interessante no programa. Eu sempre simpatizo com os candidatos mais alternativos e quase nunca eles vão muito à frente, pois o público é que volta e o que é mais pop sempre vence.

Os técnicos também não são nada parecidos, cada um tem uma peculiaridade. Christina notadamente vai em busca de uma pessoa parecida com ela, mas se permitiu nessa temporada ousar com pessoas diferentes. Adam Levine sempre consegue fazer a melhor equipe, mas seus pupilos não conseguem vencer desde a primeira temporada. Como americano se amarra num Country é o cantor Blake Shelton o coach com o maior número de vitórias ; ele ganhou em 3 das 4 temporadas. Já Cee Lo flerta bastante antes de montar seu time mas ele tem feito um bom trabalho nessa temporada.

Os Live Shows do The Voice são a quarta etapa do programa. A primeira é o Blind Audition, onde os treinadores só ouvem a voz do cantor e escolhe se quer o candidato no seu time. A segunda fase são as Battles Rounds, onde dois cantores fazem um dueto e o coach escolhe qual se saiu melhor pra avançar pros Knockouts. Nessa fase, o próprio cantor escolhe sua música e o seu respectivo coach orienta baseado nisso. Quem sobrevive a essas etapas, vai pros Live Shows, onde os programas são ao vivo e o público passa a ter poder de escolher quem fica e quem sai.

Meus favoritos:

James Wolpert (team Adam)

Cara de nerd mas com voz poderosa e bom gosto musical. No knockout fez uma apresentação mais ou menos mas ele tem muito potencial e foi legal o Adam reconhecer isso .

Preston Pohl (team Adam)
Também tem uma voz diferente e várias versões interessantes pras músicas que performa, como essa versão do Blind Audition de Electric Feel, do MGMT:

Ray Boudreaux (team Blake)
No Blind audition não dei nada por ele além da filhinha fofa que ele tem, mas é o tipo de candidato que cresce a cada performance.

Nic Hawk (team Blake)

Outro que não surpreendeu tanto no blind audition, mas conseguiu grandes desempenhos nas fases seguintes, como essa versão de “genie in a bottle”:

Josh Logan (team Christina)

Josh tem um ritmo e uma voz bacana, além de surpreender na escolha do coach selecionando a Christina.

Jonny Gray (team Cee lo)
Me cativou desde o início com uma versão muito boa de All these things I’ve done, do The Killers.

As apresentações ao vivo já começaram e vai ser muito difícil ver alguns dos meus favoritos indo embora. 🙁

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Welcome to the OC, Bitch

10 anos de The OC.

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Gif via o sempre bom Como Eu Me sinto Quando

Pois é, em agosto de 2003 foi o dia de estreia da série nos Estados Unidos. Alguns meses depois eles chegaram na nossa TV a cabo e direto para os corações adolescentes. Foi uma das primeiras séries que comecei a acompanhar fielmente e me marcou bastante.

The OC tinha todos os elementos para fazer o sucesso que fez: o bad boy meio orfão Ryan Atwood, a patricinha que cai de amores por ele Marissa Cooper, o geek sem amigos –  e meu personagem favorito –  Seth Cohen e a garota popular por quem ele obviamente é apaixonado, Summer Roberts. Sem contar os fortões da escola que batem em todo mundo, representado por Luke e autor da famosa frase que dá título a este post. Uma pena que deu uma desandada na terceira temporada e foi encerrada um ano depois.

Mas o que mais chamou atenção na série era a trilha sonora indie-cult-bacaninha. Bandas desconhecidas surgiram e ganharam fama por causa do seriado. Quem não lembra de Seth Cohen e sua banda favorita, uma tal de Death Cab For Cutie? Me peguei lembrando das bandas que conheci pelo seriado e resolvi fazer uma playlist com as melhores, na minha modesta opinião (é só clicar na imagem aí embaixo):

playlist_theoc
SetLit:

Nine Black Alps – Unsatisfied
The Thrills – Big Sur
Phantom Planet – California
Super Furry animals – Hello sunshine
Spoon – The Way We Get By
Of Montreal – Requeim for O.M.M.
Nada surf – If You Leave
Modest Mouse – Float On
Interpol – specialist
Imogen Heap – Hide and Seek
Doves – Caught by the river
The Subways – Rock & Roll Queen
Stars – Your Ex-Lover is Dead

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BBB: ame ou não assista!

pedro-bial-olho-bbbAmanhã começa a 13a edição Big Brother. Esse não é um texto em repúdio ao programa, muito pelo contrário; é uma reflexão sobre o programa e porque eu acho que os haters do reality são os mais chatos de todos.

Ninguém vê Big Brother esperando aprender algo de construtivo na vida. Muito pelo contrário: em vários momentos o programa acaba te emburrecendo um pouco. Alguém já esqueceu de Solange, da quarta edição, que cantava um inglês de outro mundo e falava “o pobrema é meu”? Pois é.   Mas o que acaba me atraindo no programa e ver as relações pessoais e toda a interação entre os participantes. Sempre me pergunto como reagiria a uma prova de resistência ou a uma indicação ao paredão. Estar confinada em um programa assim diz muito sobre o ser humano e como ele se comporta em situações peculiares que podem muito bem servir na vida real.

 Outro ponto é a grande invenção do controle remoto: não curte o programa? Vai ver outra coisa! Os odiadores de plantão esquecem que elas podem fazer isso em suas TVs e ver outra coisa ou fazer outra coisa.  As pessoas precisam entender é que BBB não é uma obrigação e que é possível existir durante os dois meses de programa. O botão do unfollow e a opção de não assinar o feed do seu amiguinho e fala disso o dia inteiro também vieram pra ajudar.

Pra completar o dia, dá uma olhada na lista com as 10 músicas que vão bombar nas festas dentro da casa  e que em março você não vai aguentar mais ouvir. A lista foi feita pelo Como Assim, Bial?, site que já está devidamente favoritado pra acompanhar essa fase BBB e rir muito com esse programa.

Estamos de olho! #Bialfeelings

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R.I.P Legendas

A Revista Época dessa semana tem uma matéria sobre a perda de espaço dos programas legendados na TV e no cinema Brasil afora. Muita gente reclama, mas o que tem se visto por aí é que essa mudança vai ser um caminho sem volta.

Preferir um filme dublado ao legendado virou culpa da classe C. São milhões de pessoas ganhando novos hábitos de consumo,  e o negócio do entretenimento precisa se adequar a eles. Mas a culpa realmente vem de outra fonte: a falta do hábito da leitura. Todo mundo sabe que brasileiro não lê e na hora do entretenimento, seja em casa ou no cinema, opta pelo mais fácil e descomplicado.

A matéria da Época faz um rápido cálculo em que duas horas de filme tem, aproximadamente, 30 páginas escritas e que isso é muito para um brasileiro médio. Eu fiquei ofendida com essa colocação. Na minha humilde cabeça, fui taxada de preguiçosa e incapaz, até porque eu consigo ler 30 páginas numa viagem de ônibus pro trabalho (pois é, morar longe tem suas vantagens, a leitura fica em dia).

Pra mim, legenda foi sinônimo de aprendizado. Não há melhor forma de se manter atualizado com outro idioma do que ouvir a pronúncia e associar com as palavrinhas lá embaixo na tela. Se não fosse por elas, a minha compreensão do inglês seria bem inferior.

Aos que preferem o áudio original, resta a Internet e o garimpo elos programas de interesse sem tradução. Ainda há a esperança de contar com a opção de incluir as legendas, função que a NET e a SKY já sinalizaram ser perfeitamente possível de colocar. A Fox e a HBO já disponibilizam a opção de legendas para quem não quer  topar com a dublagem. Basta as outras emissores seguirem

No Brasil a ditadura do dublado está se impondo.

 

P.S.:

A matéria está disponível no Ligado em Série, site que sempre se mostrou a favor da opção de dublagem e legendas em seriados e filmes nos canais a cabo do Brasil. O movimento  #DubladoSemOpçãoNão! tem força nas redes sociais, basta que os canais observem esse nicho para manter esses telespectadores como assinantes. No Ligado em Série estão os Scans da reportagem “A dublagem venceu as legendas”, da Revista Época.

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O último flight de Grey´s Anatomy na 8a temporada

Imagem: http://www.welovegreysanatomy.com.br/

 

SPOILER! NÃO LEIA SE NÃO QUER SABER O QUE ACONTECE. CONSIDERE-SE AVISADO E SEM MIMIMI.

A 8a temporada de Grey´s Anatomy acabou e tem muita gente ainda sem entender o fim desse ano. Eu sou uma delas.

Faz tempo que eu não leio notícias sobre bastidores, renovação de contrato e esses assuntos que andam paralelamente à trama e guiam os rumos de um programa de TV nos Estados Unidos. Por isso o meu choque em relação aos personagens que vão sair do seriado foi bem grande. Acabei lendo acidentalmente um spoiler ao abrir uma resenha do Ligado em Série e a surpresa foi pro beleléu.

Se não fosse por isso, essa season finale tinha tudo pra ser a mais chocante, por conta desses fatos que citei acima. Tão chocante quanto a morte do George, em que me lembro muito bem de ter ficado uns dois minutos boquiaberta e mais uns 10 pensando “como a Shonda fez isso com a gente?”

Aparentemente, uma boa solução pra ela é matar os personagens, principalmente os mais legais e que a gente se apega. Foi assim com o O´Malley, e foi assim ontem com a Lexie. Ela tinha tudo pra voltar a ter o destaque que merecia com a declaração de amor ao Mark e a inclinação de que ele ainda gostava dela, largando aquela oftalmologista que eu nem me preocupei em decorar o nome. Matar um personagem é um caminho sem volta, fecha completamente as janelas de um possível (mesmo que improvável) retorno do personagem.

Acho que, no fundo, ela não matou a Izzie por achar que em algum momento ela poderia voltar ao programa, mesmo que por alguns episódios.  A morte da Izzie já poderia ser esperada porque na história ela sofria de uma doença ingrata e que tinha se espalhado, que envolvia até mesmo uma parada cardíaca. Seria muito mais natural matar um personagem assim do que outro completamente saudável num acidente de avião.

Já a saída da Teddy foi mais natural pra mim. Ela ficou perdida depois que o Henry morreu, e a única ação dela desde então foi boicotar o Owen. Ia ser difícil inserir a personagem de volta, então a saída dela pra outro hospital acabou sendo mais tolerável. Com isso, provavelmente a Christina deve ficar como cirurgiã cardiotorácica no Seattle Grace e continuar a história com o Owen.

A April já tá irritando com essa história da virgindade. O foco deveria ser a reprovação no exame , e ela ter ido pra cama com o Avery ter sido uma pressão a menos na vida ela. Apesar disso, queria ver o envolvimento dela com o Jackson na nona temporada.  Senti falta de alguma menção à Adele. O que houve com ela na casa de repouso? E o envolvimento do Chief com a mãe do Avery? Weber teve uma participação mínima, acho que faltou mais ação pra ele e também pra Callie.

É difícil agradar todos os fãs com uma season finale. No twitter, ela escreveu um texto falando sobre como foi difícil escrever esse episódio.  mas acho que dessa vez a Shonda Rhimes não agradou ninguém com o rumo que o episódio tomou.

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Globo de Ouro 2012

Vamos ao que interessa? Globo de Ouro, Grammy, Oscar, Emmy… As grandes premiações não tem a menor graça sem o Red Carpet!

Resolvi trazer meus vestidos preferidos na primeira premiação do ano, o Globo de Ouro, que recompensa os melhores do cinema de da Tv norte-americana.

 

Michelle Williams – o Melhor vestido estampado do Red Carpet. Estampa é sempre perigoso, mas ela acertou em cheio e coordenou bem com acessórios e o cabelo curtinho que tá uma graça!

Angelina Jolie – Não, não vou muito com a cara da Angie (oi, sou #teamAniston) mas tenho que confessar que foi uma das mais elegantes do globo de Ouro. Vestido impecável e maquiagem simples porém marcante deu o toque perfeito.

Sofia Vergara – Eu adoro a Sofia Vergara. Melhor sotaque da premiação e diante de uma proliferação dos vestidos longos no formato sereia, ela foi quem vestiu melhor o modelo.

Sarah Michelle Gellar – Olha, existem estampas e estampas. Essa não ficou bem pra um vestido de gala, parece que alguém derrubou tinta num vestido branco e ela resolveu usar ele assim mesmo.

Zoey Deschanel – Adoro a Zoey, mas essa graminha aí na parte superior não ficou legal. E a parte de baixo preta ficou uma pouco pesado. O cabelo novo também não combinou. Sorry Jess!

Freida Pinto – Olha, sei nem quem é essa moça,  mas achei que esse vestido não ficou bem nela, a cintura larga e muito rodado. Um ajuste melhor na cintura e ela passaria despercebida no red Carpet.

Como eu não acompanho a maioria dos seriados queridinhos dos críticos, não posso opinar muito sobre os vencedores desse globo de Ouro. Mas fica a lista de quem levou um prêmio pra casa.

 

**Fotos do Just Jared.

 

 

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A quarta temporada de Dexter e o Spoiler

Eu ando atrasada com alguns seriados que eu acompanho. Um deles é Dexter, que eu acabei de terminar a 4a temporada. Ouvi muita gente dizendo que era uma das melhores temporadas da série, e realmente foi pra mim também, se não fosse por um detalhe: eu já sabia o que ia acontecer com a Rita.
O impacto do final do episódio não foi o mesmo. Fiquei esperando a temporada inteira pela cena em que ela morria, e conforme o enredo foi se desenrolado durante a temporada não foi difícil advinhar como ia ser.
Não lembro onde li o final da temporada, se foi alguém que contou no twitter, ou em qualquer outro lugar. Só sei que de hoje em diante, tenho ódio eterno de spoiler. Ele arruinou uma temporada que tinha tudo pra ser quase perfeita.
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