BBB: ame ou não assista!

pedro-bial-olho-bbbAmanhã começa a 13a edição Big Brother. Esse não é um texto em repúdio ao programa, muito pelo contrário; é uma reflexão sobre o programa e porque eu acho que os haters do reality são os mais chatos de todos.

Ninguém vê Big Brother esperando aprender algo de construtivo na vida. Muito pelo contrário: em vários momentos o programa acaba te emburrecendo um pouco. Alguém já esqueceu de Solange, da quarta edição, que cantava um inglês de outro mundo e falava “o pobrema é meu”? Pois é.   Mas o que acaba me atraindo no programa e ver as relações pessoais e toda a interação entre os participantes. Sempre me pergunto como reagiria a uma prova de resistência ou a uma indicação ao paredão. Estar confinada em um programa assim diz muito sobre o ser humano e como ele se comporta em situações peculiares que podem muito bem servir na vida real.

 Outro ponto é a grande invenção do controle remoto: não curte o programa? Vai ver outra coisa! Os odiadores de plantão esquecem que elas podem fazer isso em suas TVs e ver outra coisa ou fazer outra coisa.  As pessoas precisam entender é que BBB não é uma obrigação e que é possível existir durante os dois meses de programa. O botão do unfollow e a opção de não assinar o feed do seu amiguinho e fala disso o dia inteiro também vieram pra ajudar.

Pra completar o dia, dá uma olhada na lista com as 10 músicas que vão bombar nas festas dentro da casa  e que em março você não vai aguentar mais ouvir. A lista foi feita pelo Como Assim, Bial?, site que já está devidamente favoritado pra acompanhar essa fase BBB e rir muito com esse programa.

Estamos de olho! #Bialfeelings

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Música de Domingo #4: Foo Fighters

Catch me if I get too high
When I come down
I’ll be coming home next year

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Sobre listas e filmes

filmes_2012

Sou terrível em cumprir desafios. Me obrigar a ver tantos filmes e ler outros tantos livros não funciona pra mim. Apesar disso, sempre gostei  de listas: todos os filmes que vi, todos os livros que li, essas coisas.

Por isso, terminei 2012 com nenhuma meta alcançada: dos 60 filmes, listei só 13. Eu provavelmente vi alguma coisa nova, mas esqueci de anotar e mesmo assim, não vai mudar o meu fiasco. Além disso, eu me pego vendo o mesmo filme mais de uma vez, o que ocupa o tempo de ver coisa nova.

Pra 2013, não vou me pegar a números; quero tentar ver um filme por semana, Vamos ver se esse número aumento em 2013. Stay Tuned.

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Resoluções falidas de Ano Novo

So this is the new year
And I have no resolutions
For self assigned penance
For problems with easy solutions.

Abro esse texto com a mesma música que usei para dar início a esse blog, em janeiro de 2012.

Ano novo, vida nova, certo? Errado. A eterna mania das pessoas acharem que só porque um ano novo começa, o mundo todo muda, como se fosse possível virar uma chave e tudo fica melhor.Todos nós sabemos que não é assim.

Quer mudar? Dê o primeiro passo. Quer perder peso? Coma menos e se exercite mais. Quer trocar de emprego? Procure um novo.  A vida só muda quando  você resolve dar o primeiro passo, não importa a reza e a mandinga que você use no Reveillon.

Ser a mudança que você quer no mundo nunca foi uma frase tão acertada pra esse período do ano. Com esse pensamento, 2013 pode ser um ano bem melhor, só depende de você.

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Música de Domingo #3: Queens Of The Stone Age

It’s so safe to play along
Little soldiers in a row
Fallin’ in and out of love
Something sweet to throw away
I want something good to die for
To make it beautiful to live
I want a new mistake
Lose is more than hesitate
Do you believe it in your head?

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Música de Domingo #2: Cage The Elephant

Oh, there ain’t no rest for the wicked,
Money don’t grow on trees.
I got bills to pay,
I got mouths to feed,
There ain’t nothing in this world for free.
I know I can’t slow down,
I can’t hold back,
Though you know, I wish I could.

O único  show que eu realmente queria ver no Lollapalooza e acabei perdendo por conta da entrada desorganizada do evento no primeiro dia. Mas, quem sabe outro dia?

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Música de Domingo #1: St Vincent

They could take or leave you
So they took you, and they left you
How could they be casually cruel?
Cruel, cruel, oh
Cruel, cruel, oh
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Viajar é preciso

Esse blog ganha hoje mais um assunto: Viagens!  Depois de começar a trabalhar com turismo, a vontade de conhecer cada pedacinho do mundo só aumenta. Só nesse ano, já fiz três viagens: São Paulo (Lollapalooza), Buenos Aires e Orlando. Como boa turista que sou, já tô pensando na próxima 🙂

As duas últimas cidades tem muita coisa pra contar. Aos poucos, algumas dicas e impressões vão começar a pintar por aqui.

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Meu desafio cinematográfico para 2012

Nem esse balde lindo de pipoca aí em cima me faz ver filmes com a frequência que eu gostaria. Eu sei que sou inculta no quesito cinema e já me acostumei com a cara de espanto das pessoas quando conto que não vi ET, Poderoso Chefão e muitos dos filmes must see dessa vida. Muito disso é pelo fato de cismar com filmes que eu gosto e assisti-los à exaustão.

Perdi a conta de quantas vezes vi “O Casamento de Muriel” em uma fita que veio de brinde numa Caras que minha mãe assinava. O trio Chuck Norris – Arnold Schwarzenegger – Sylvester Stallone habitam até hoje minhas lembranças infantis; obviamente, isso não é sinal de cinema de qualidade.

Porém, resolvi mudar um pouco isso. A internet ta aí, nos oferecendo mil formas de ver qualquer coisa que passe em qualquer canto do mundo! Porque não fazer uso disso, não é mesmo? Então vamos lá: em 2012 quero ver pelo menos 60 filmes que nunca vi antes. Poderia ter colocado o famoso número 100, mas quero um número que eu realmente consiga cumprir.

Saldo atual: 11 filmes na lista. Como a gente tá no meio do ano esse número deveria ser triplicado, mas acho que ainda dá pra correr atrás do prejuízo.

Os filmes que eu já vi em 2012 estão aqui. Espero que essa lista comece a aumentar e que esse desafio pessoal não seja um #fail completo.

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R.I.P Legendas

A Revista Época dessa semana tem uma matéria sobre a perda de espaço dos programas legendados na TV e no cinema Brasil afora. Muita gente reclama, mas o que tem se visto por aí é que essa mudança vai ser um caminho sem volta.

Preferir um filme dublado ao legendado virou culpa da classe C. São milhões de pessoas ganhando novos hábitos de consumo,  e o negócio do entretenimento precisa se adequar a eles. Mas a culpa realmente vem de outra fonte: a falta do hábito da leitura. Todo mundo sabe que brasileiro não lê e na hora do entretenimento, seja em casa ou no cinema, opta pelo mais fácil e descomplicado.

A matéria da Época faz um rápido cálculo em que duas horas de filme tem, aproximadamente, 30 páginas escritas e que isso é muito para um brasileiro médio. Eu fiquei ofendida com essa colocação. Na minha humilde cabeça, fui taxada de preguiçosa e incapaz, até porque eu consigo ler 30 páginas numa viagem de ônibus pro trabalho (pois é, morar longe tem suas vantagens, a leitura fica em dia).

Pra mim, legenda foi sinônimo de aprendizado. Não há melhor forma de se manter atualizado com outro idioma do que ouvir a pronúncia e associar com as palavrinhas lá embaixo na tela. Se não fosse por elas, a minha compreensão do inglês seria bem inferior.

Aos que preferem o áudio original, resta a Internet e o garimpo elos programas de interesse sem tradução. Ainda há a esperança de contar com a opção de incluir as legendas, função que a NET e a SKY já sinalizaram ser perfeitamente possível de colocar. A Fox e a HBO já disponibilizam a opção de legendas para quem não quer  topar com a dublagem. Basta as outras emissores seguirem

No Brasil a ditadura do dublado está se impondo.

 

P.S.:

A matéria está disponível no Ligado em Série, site que sempre se mostrou a favor da opção de dublagem e legendas em seriados e filmes nos canais a cabo do Brasil. O movimento  #DubladoSemOpçãoNão! tem força nas redes sociais, basta que os canais observem esse nicho para manter esses telespectadores como assinantes. No Ligado em Série estão os Scans da reportagem “A dublagem venceu as legendas”, da Revista Época.

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