Viajar é preciso

Esse blog ganha hoje mais um assunto: Viagens!  Depois de começar a trabalhar com turismo, a vontade de conhecer cada pedacinho do mundo só aumenta. Só nesse ano, já fiz três viagens: São Paulo (Lollapalooza), Buenos Aires e Orlando. Como boa turista que sou, já tô pensando na próxima 🙂

As duas últimas cidades tem muita coisa pra contar. Aos poucos, algumas dicas e impressões vão começar a pintar por aqui.

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Meu desafio cinematográfico para 2012

Nem esse balde lindo de pipoca aí em cima me faz ver filmes com a frequência que eu gostaria. Eu sei que sou inculta no quesito cinema e já me acostumei com a cara de espanto das pessoas quando conto que não vi ET, Poderoso Chefão e muitos dos filmes must see dessa vida. Muito disso é pelo fato de cismar com filmes que eu gosto e assisti-los à exaustão.

Perdi a conta de quantas vezes vi “O Casamento de Muriel” em uma fita que veio de brinde numa Caras que minha mãe assinava. O trio Chuck Norris – Arnold Schwarzenegger – Sylvester Stallone habitam até hoje minhas lembranças infantis; obviamente, isso não é sinal de cinema de qualidade.

Porém, resolvi mudar um pouco isso. A internet ta aí, nos oferecendo mil formas de ver qualquer coisa que passe em qualquer canto do mundo! Porque não fazer uso disso, não é mesmo? Então vamos lá: em 2012 quero ver pelo menos 60 filmes que nunca vi antes. Poderia ter colocado o famoso número 100, mas quero um número que eu realmente consiga cumprir.

Saldo atual: 11 filmes na lista. Como a gente tá no meio do ano esse número deveria ser triplicado, mas acho que ainda dá pra correr atrás do prejuízo.

Os filmes que eu já vi em 2012 estão aqui. Espero que essa lista comece a aumentar e que esse desafio pessoal não seja um #fail completo.

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R.I.P Legendas

A Revista Época dessa semana tem uma matéria sobre a perda de espaço dos programas legendados na TV e no cinema Brasil afora. Muita gente reclama, mas o que tem se visto por aí é que essa mudança vai ser um caminho sem volta.

Preferir um filme dublado ao legendado virou culpa da classe C. São milhões de pessoas ganhando novos hábitos de consumo,  e o negócio do entretenimento precisa se adequar a eles. Mas a culpa realmente vem de outra fonte: a falta do hábito da leitura. Todo mundo sabe que brasileiro não lê e na hora do entretenimento, seja em casa ou no cinema, opta pelo mais fácil e descomplicado.

A matéria da Época faz um rápido cálculo em que duas horas de filme tem, aproximadamente, 30 páginas escritas e que isso é muito para um brasileiro médio. Eu fiquei ofendida com essa colocação. Na minha humilde cabeça, fui taxada de preguiçosa e incapaz, até porque eu consigo ler 30 páginas numa viagem de ônibus pro trabalho (pois é, morar longe tem suas vantagens, a leitura fica em dia).

Pra mim, legenda foi sinônimo de aprendizado. Não há melhor forma de se manter atualizado com outro idioma do que ouvir a pronúncia e associar com as palavrinhas lá embaixo na tela. Se não fosse por elas, a minha compreensão do inglês seria bem inferior.

Aos que preferem o áudio original, resta a Internet e o garimpo elos programas de interesse sem tradução. Ainda há a esperança de contar com a opção de incluir as legendas, função que a NET e a SKY já sinalizaram ser perfeitamente possível de colocar. A Fox e a HBO já disponibilizam a opção de legendas para quem não quer  topar com a dublagem. Basta as outras emissores seguirem

No Brasil a ditadura do dublado está se impondo.

 

P.S.:

A matéria está disponível no Ligado em Série, site que sempre se mostrou a favor da opção de dublagem e legendas em seriados e filmes nos canais a cabo do Brasil. O movimento  #DubladoSemOpçãoNão! tem força nas redes sociais, basta que os canais observem esse nicho para manter esses telespectadores como assinantes. No Ligado em Série estão os Scans da reportagem “A dublagem venceu as legendas”, da Revista Época.

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Song Pop: o vício da vez

Joguinhos de Facebook sempre geram polêmica: os que não querem se render reclamam daqueles que não conseguem parar nem um segundo de jogar. Mas, pelo menos na minha timeline do Facebook, o game que reina absoluto no momento  – e sem reclamação –  é o Song Pop.

O Song Pop é um jogo que você desafia seus amigos a acertar as músicas de uma determinada playlist. Quanto mais rápido, mais ponto você faz. Comigo, essa obrigação às vezes atrapalha. Na pressa á confundi Nirvana com Radiohead e errei Ai Se eu te Pego ( impossível alguém cometer esse erro, gostando ou não de Michel Teló)

O mais legal do Song Pop é resgatar músicas perdidas no tempo, desde artistas  dos anos 80 que grudam na sua cabeça até hits recentes que você nem conhecia.  Por isso, até fiz uma playlist no Grooveshark com os melhores achados nesses últimos dia de vício, é só clicar aqui embaixo:

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O último flight de Grey´s Anatomy na 8a temporada

Imagem: http://www.welovegreysanatomy.com.br/

 

SPOILER! NÃO LEIA SE NÃO QUER SABER O QUE ACONTECE. CONSIDERE-SE AVISADO E SEM MIMIMI.

A 8a temporada de Grey´s Anatomy acabou e tem muita gente ainda sem entender o fim desse ano. Eu sou uma delas.

Faz tempo que eu não leio notícias sobre bastidores, renovação de contrato e esses assuntos que andam paralelamente à trama e guiam os rumos de um programa de TV nos Estados Unidos. Por isso o meu choque em relação aos personagens que vão sair do seriado foi bem grande. Acabei lendo acidentalmente um spoiler ao abrir uma resenha do Ligado em Série e a surpresa foi pro beleléu.

Se não fosse por isso, essa season finale tinha tudo pra ser a mais chocante, por conta desses fatos que citei acima. Tão chocante quanto a morte do George, em que me lembro muito bem de ter ficado uns dois minutos boquiaberta e mais uns 10 pensando “como a Shonda fez isso com a gente?”

Aparentemente, uma boa solução pra ela é matar os personagens, principalmente os mais legais e que a gente se apega. Foi assim com o O´Malley, e foi assim ontem com a Lexie. Ela tinha tudo pra voltar a ter o destaque que merecia com a declaração de amor ao Mark e a inclinação de que ele ainda gostava dela, largando aquela oftalmologista que eu nem me preocupei em decorar o nome. Matar um personagem é um caminho sem volta, fecha completamente as janelas de um possível (mesmo que improvável) retorno do personagem.

Acho que, no fundo, ela não matou a Izzie por achar que em algum momento ela poderia voltar ao programa, mesmo que por alguns episódios.  A morte da Izzie já poderia ser esperada porque na história ela sofria de uma doença ingrata e que tinha se espalhado, que envolvia até mesmo uma parada cardíaca. Seria muito mais natural matar um personagem assim do que outro completamente saudável num acidente de avião.

Já a saída da Teddy foi mais natural pra mim. Ela ficou perdida depois que o Henry morreu, e a única ação dela desde então foi boicotar o Owen. Ia ser difícil inserir a personagem de volta, então a saída dela pra outro hospital acabou sendo mais tolerável. Com isso, provavelmente a Christina deve ficar como cirurgiã cardiotorácica no Seattle Grace e continuar a história com o Owen.

A April já tá irritando com essa história da virgindade. O foco deveria ser a reprovação no exame , e ela ter ido pra cama com o Avery ter sido uma pressão a menos na vida ela. Apesar disso, queria ver o envolvimento dela com o Jackson na nona temporada.  Senti falta de alguma menção à Adele. O que houve com ela na casa de repouso? E o envolvimento do Chief com a mãe do Avery? Weber teve uma participação mínima, acho que faltou mais ação pra ele e também pra Callie.

É difícil agradar todos os fãs com uma season finale. No twitter, ela escreveu um texto falando sobre como foi difícil escrever esse episódio.  mas acho que dessa vez a Shonda Rhimes não agradou ninguém com o rumo que o episódio tomou.

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#Countdown Foo Fighters: 10

A320 (Godzilla Soundtrack)

I look out and on the ground
really don’t believe it
gravity can pull me from this height
(…)
Close my eyes and hope that it’s
a real smooth flight
this time
Close my eyes and hope that it’s
a real smooth flight
Na primeira vez que eu andei de avião (morrendo de medo, é claro), eu só mentalizei essa música até a sensação estranha passar.
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#Countdown Foo Fighters: 11

 

Walking a line, meu B-Side favorito que não deveria ter sido B-Side.

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#Countdown Foo Fighters: 12

“There were people that really resented me for starting this band. “How dare you start another band?” They asked me “Why did you decide to carry on and make music that sounds like Nirvana?” and I said “Well, wait a minute – like, loud rock guitars, and melodies, and cymbals crashing and big-ass drums? [pauses for effect] ‘Cause that’s what I do. I was in tha band (What do you want me to do?) Make a reggae record?”

Ainda bem que Dave não seguiu os passos de Bob Marley em direção ao Reggae.

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#Countdown Foo Fighters: 13

All My Life (@Wembley Stadium)

A música que vai levar todo mundo ao delírio e a rouquidão no dia seguinte.

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#Countdown Foo Fighters

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Exatos 14 dias me separam de uma realização pessoal que eu acho que todo mundo deveria ter: ver sua banda favorita ao vivo.  Daqui a duas semanas eu vou ter esse sonho realizado e finalmente ver meus lindos do Foo Fighters, show que eu espero por mais da metade da minha curta existência.

Eu ainda não estou tensa,mas essas sensações vão chegar em breve que eu sei. Pra tentar me acalmar e registrar isso de alguma forma, vou fazer uma contagem regressiva: em 14 dias, 14 vídeos, fotos, registros que de alguma formam me ligam a essa banda que eu tanto gosto.

Pra começar, uma das músicas que eu mais gosto: ao vivo em um show da primeira turnê, onde tudo era tão novo e incerto.

 Enough Space, Live At London

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