Resoluções Literárias para 2017

Eu sei, um quarto do ano já praticamente acabou, mas resolvi listar por aqui as minhas metas literárias de 2017. São muitas então senta que lá vem história.

Por mais que eu não seja lá muito boa com resoluções, fui bem agressiva nas minhas intenções literárias para 2017. Pra não flopar por completo, tentei ser o mais aberta possível nos meus objetivos, assim eu consigo cumprir todos os desafios que eu me propus.

Ler 60 livros em 2017

Acho que dentro da minha rotina essa é uma meta tranquila de bater. Em 2016 eu consegui ler 62, mas não quis ousar muito porque tenho alguns calhamaços que eu queria ler e eles sempre tomam mais tempo. Além disso, quantidade de livros é algo muito relativo, pois você pode ler livros finos ou HQ´s e bater essa meta em Junho. A ideia aqui é dar um gás nos livros que eu já tenho e quanto mais eu conseguir avançar, melhor!

Ler 50 páginas por dia

O objetivo dessa meta é ter um ritmo legal de leitura todos os dias mas ao mesmo tempo não ficar a obrigação de ler muito, até porque sempre surgem outras coisas pra gente fazer no tempo livre, né? Afinal as séries pendentes do TV Time não vão se assistir sozinhas… Em alguns dias desses mês de janeiro eu não li nada mas mesmo assim eu estou com um ritmo bem legal de leitura, então ter criado essa meta diária tem me ajudado muito.

Metade dos livros lidos escritos por mulheres

Quando fiz um balanço de leituras do ano passado, cheguei a um número incrível de leituras femininas: dois terços dos meus livros lidos foram escritos por mulheres! Maravilhoso, né?
Esse ano me propus que esse número seja, pelo menos, 50% das minhas leituras. Por enquanto estou conseguindo cumprir.(#Grlpower)

Concluir o Desafio Livrada 2017

O desafio Livrada foi criado pelo Yuri, que comanda o canal de mesmo nome lá no Youtube. Em breve vou fazer um post sobre o desafio,  mas quero muito concluir os temas desse ano. Em 2016 eu terminei 11 dos 15 tópicos, nem fui tão mal assim né?

Ler 10 livros de autores nacionais

Infelizmente eu leio pouca coisa nacional mas quero mudar isso a longo prazo. Em 2016 eu li apenas 6 livros escritos por brasileiros. Para 2017 eu quero ler, pelo menos, 10 livros. Já tô bem adiantada nesse desafio!

Ler 5 livros da coleção Folha

 

Ano passado a Folha de São Paulo mandou muito bem e fez uma coleção muito legal de livros clássicos da literatura mundial. Acabei comprando todos os que eu não tinha e reuni vários autores pra conhecer. Desde então só li um livro dessa coleção. Por isso botei uma meta de ler 5 livros dessa coleção ao longo de 2017.

Ler 10 livros do Rory Gilmore Book Challenge

via GIPHY

A lista de livros que aparecem em Gilmore Girls se transformou num desafio maravilhoso pra quem gosta de ler. A Rory é uma das minhas personagens favoritas no mundo das séries e por isso eu tinha que participar. A lista completa tem 339 livros, mas eu selecionei aqueles que eu tenho algum interesse pela história ou pelo autor e por isso reduzi bastante o número de livros. Afinal, não dá pra perder tempo lendo coisa que você não quer, concorda?

É bastante coisa, mas vamos batalhar pra cumprir todas essas metas.

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Top 5 Wednesday: Autores que conheci esse ano

O que é o Top 5 Wednesday?
O Top 5 Wednesday é um grupo do GoodReads em que toda quarta feira a gente lista 5 livros sobre um determinado tema. Pode ser em vídeo, blog, Instagram, Tumblr, o importante é participar.
O Tema do Top 5 Wednesday dessa semana é pra gente falar sobre autores que a conheceu esse ano. O que eu mais fiz em 2015 foi conhecer novos autores e aumentar meu repertório literário, então separar apenas 5 foi um pouco difícil. Por isso, decidi listar os que mais me marcaram. Tem muito autor que todo mundo está careca de tanto ler, mas todos os 5 foram novidades pra mim.

Isaac Asimov

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Sempre ouvi muito falar sobre esse senhor, já que ele é um dos grandes da Ficção Científica mundial. Li  “Eu Robô” no mês de setembro e fiquei muito interessada no autor porque achei a escrita e a história de uma singularidade impressionante. Já tenho na minha wishlist vários outros livros dele só esperando uma promoção esperta pra conseguir num preço legal (#AjudaBlackFriday)

Próximas leituras: Trilogia Fundação.

Neil Gaiman
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Eu não comecei muito bem com Neil Gaiman. Comecei a ler com “Deuses Americanos”, um dos livros mais densos que ele escreveu e não achei lá essas coisas. Acho que li numa época errada e sem dar a devida atenção e por isso meu bode com o livro. Apesar dessa experiência mais ou menos, sempre quis dar uma segunda chance a ele e peguei “Coraline” pra ler e achei muito legal. Tenhos outros livros dele na lista pra conhecer e tomara que sejam ainda melhores.
Próximas leituras: O Oceano no Fim do Caminho, Entremundos
Agatha Christie
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Eu sei, é uma vergonha só ter conhecido Agatha Christie esse ano. Claro que o nome é famoso, mas só em 2015 eu peguei livros dela pra ler e fiquei encantada. Esse ano eu li ‘E não sobrou Nenhum” e “Assassinato no Expresso do Oriente”, que são um dos mais famosos trabalhos da autora e ambos merecem o sucesso que fazem. O lado ruim é querer ler tudo o que ela escreveu, porque a moça era produtiva, viu? Ela tem pra mais de 60 livros publicados!
Próximos livros: Um corpo na Biblioteca e Os Elefantes Não Esquecem.
Harper Lee
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Harper Lee não é uma pessoa com vasta publicação, já que ela só escreveu dois livros na vida: O Sol é Para Todos e Go Set a Watchman ( Vá e coloque um vigia em português, mas essa tradução é triste) Esse ano aproveitei que reeditaram O Sol É para Todos e comprei o livro que todo mundo ama pra ver se é isso tudo mesmo. E sim, foi um excelente livro. Eu tinha uma certa ideia da história mas fui surpreendida ao longo da leitura e de uma forma positiva. Não tem como não amar a família Finch e sua forma de ver a vida em plena década de 60, onde o racismo e a diferenças eram tão gritantes que chega a dar raiva.
Próximos Livros: Go Set A Watchman
Stephen King
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Nunca fui uma pessoa amante de terror e suspense, mas andei lendo algumas coisas desses temas esse, principalmente com Agatha Christie. E não se pode falar de terror e suspense sem lembrar de Stephen King. Mais pro início do ano li meu primeiro livro dele e o escolhido foi “Saco de Ossos”, que uma amiga do trabalho me emprestou.
Eu gostei bastante da leitura, a história é envolvente e o final é muito bom, mas tive alguns problemas. Achei o autor bem enrolão nesse livro, que facilmente poderia ter umas 200 páginas a menos e ainda contar a história de forma satisfatória. Já vi algumas pessoas falando que ele é bem descritivo, é um estilo bem pessoal mesmo, mas foi uma coisa que me incomodou um pouquinho nesse livro
Eu tenho aqui em casa a série completa da Torre Negra mas nunca entrei muito no clima de ler os livros, que são 7 e alguns deles bem grandes. A disposição simplesmente não veio. Outro livro que eu tenho muita curiosidade de ler é Carrie, a Estranha, apesar de não ter visto o filme.
Próximas leituras: Carrie a Estranha.
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Blogagem Coletiva: 5 filmes para o Oscar da minha vida

O que é o Rotaroots: O grupo tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor.
Em dia de Oscar, nada melhor do que uma Blogagem Coletiva pra celebrar esse evento, não acha? Resolvi criar e premiar cinco categorias diferentes e falar de alguns filmes que me marcaram de alguma forma.
1. Melhor Personagem – Lisbeth Salander –  O Homem que não amava as mulheres
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Essa é uma das minhas personagens favoritas da literatura e no cinema ela é retratada de forma muito fiel pela Rooney Mara. Até mesmo o filme sueco possui uma atriz excelente, prova de que essa personagem é muito única e demanda muito de suas intérpretes.
Lisbeth é problemática, única e extremamente inteligente. Como eu tenho uma queda forte por personalidades perturbadas, não foi difícil achar a moça adorável 🙂 Não vejo a hora de Hollywood tirar os outros dois livros do papel, mas enquanto tem a  adaptação Sueca no NetFlix.
2. Melhor Trilha Sonora: Garden State
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Eu desenvolvo afeto em filmes com boa trilha sonora, me julguem! Garden State, com a Natalie Portman e Zach Braff, ganhou inclusive um Grammy de melhor Trilha Sonora em 2005.
Na trilha estão bandas como Coldplay, The Shins e Frou Frou. Tudo bem indiezinho-bacaninha-no-violão mas eu adoro música assim e acabei conhecendo The Shins através dessa compilação do filme. Obrigada, Zach!
3. Melhor Comédia: Bridesmaids
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Eu tenho um sério problema com comédias, dificilmente alguma delas vai mudar minha vida e se tornar um dos meus filmes favoritos. Apesar disso, adorei Bridesmaids quando assisti! O destaque do filme é sem dúvida a Melissa McCarthy, que desde que acabou Gilmore Girls só cresceu e fez personagens hilários, tanto em Mike and Molly quanto em diversos filmes, entre eles o meu vencedor de melhor comédia.
4. Filme “Mentirão”: Matrix
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Eu amo fantasia em tudo: livro, seriado e, é claro, em filmes! Chamei a categoria de “Mentirão” pra distinguir de dramas, comédias e tudo que se passa no mundo real, digamos assim.
Acho que Matrix é o meu favorito deles, principalmente porque é daqueles filmes que faz você pensar se tem algo por trás do mundo em que a gente vive e se seria possível viver numa organização de mundo totalmente diferente da nossa realidade atual. Sem contar nos efeitos especiais que marcaram época, no casal Neo/Trinity e tudo o que o filme representou no ínicio dos anos 2000.
5. Filme mais assistido: O Casamento de Muriel
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Esse filme tem uma história muito aleatória na minha vida: minha mãe assinou a Caras uma vez e eles tinham essa promoção de enviar fitas VHS (anos 90, gente, não tinha nem internet em casa, sabe) de vários filmes pra você montar uma coleção. Um deles era O Casamento de Muriel e um belo dia de tédio infantil, fui ver o filme e amei! eu via esse filme quase todos os dias, nem faço ideia de quantas vezes eu assisti.
Depois fui pesquisar sobre o filme e descobri que a Toni Collette precisou engordar 18 quilos para o filme e foi ali que ela ganhou fama internacional e uma indicação a Melhor Atriz de Comédia no Globo de Ouro.
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Blogagem Coletiva: 5 coisas para fazer durante o Carnaval

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O que é o Rotaroots: O grupo tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor.

 

O Brasil a partir de hoje só vai viver de Carnaval até a quarta feira de cinzas. Escolas de Samba, blocos de rua, trios elétricos e frevo são apenas alguns das muitas opções de diversão para os próximos 4 dias por todo o Brasil.

 Apesar de não ser fã de Carnaval ( adoro o feriado e só) aproveitei esse meme do Rotaroots e resolvi listar algumas dicas para fugir dos eventos sociais que a data pede. Afinal, Carnaval é ame ou odeie: quem gosta defende com unhas e dentes e quem odeie vai preferir estar morto a ter que socializar durante os dias de folia.
 1. Leia ( e muito)

Eu tô bem animada com os desafios de leitura que estou tentando fazer nesse ano de 2015, então ficar lendo 4 dias não vai ser nenhum sacrifício. É uma ótima ideia dar um gás naquele livro que está empacado ou começar a leitura de um livro maior ou com uma história mais densa, já que o foco pra esse tipo de leitura quando gente está descansando é maior.

Alguns  booktubers que eu acompanho decidiram fazer maratonas de Carnaval e dar um gás na leitura do ano. Pode ser um bom incentivo a tirar a poeira os livros.

2. Coloque pendências  em dia!

Época de carnaval é ótimo para resolver coisas que só dependem de você. Eu por exemplo, tenho vários posts atrasados dos meus (muitos) blogs que eu gostaria de deixar pronto. Também preciso arrumar meu armário antes que ele caia sobre a minha cabeça. Pode parecer bobagem mas um feriado desses pode ser a solução pra tentar deixar a vida um pouco mais organizada.
3. Faça passeios culturais!
Morar numa cidade que possui um dos principais carnaval do Brasil (Rio de Janeiro) é um problemão. Cidade cheia em que você mal consegue um lugar calmo para fazer alguma coisa ébem irritante. Apesar disso, aproveitar o feriado para fazer passeios culturais éuma ótima opção para os que não querem pular carnaval mas ainda sim aproveitar o feriado com alguma utilidade cultural.
Dica do Rio: no CCBB começou uma exposição muito bacana do Kandinsky que acho que será uma daquelas muito lotadas que todos querem ver. Aqui no centro são tantas opções desse tipo que fica difícil se decidir. O único problema é a chance alta de cair dentro de um bloco e ai o seu propósito de fugir do carnaval vai por água abaixo.

4. Vá ao cinema

 Eu criei uma meta de ver mais filmes esse ano que vai de mal a pior. Também queria ver mais lançamentos e ir mais ao cinema. O carnaval pode ser uma boa época para aproveitar os lançamentos da sétima arte em tela grande. Uma pena que os cinemas mais próximos adotaram a dublagem e me recuso a pagar por isso. Por causa disso acho que só vou ver filmes em casa mesmo.
5. Faça o que quiser!
Eu recebo olhares de reprovação quando falo que não sou muito de carnaval. Mas gosto é o tipo de coisa que cada um tem o seu, né queridinha? Acho que em qualquer época do ano fazer o que se tem vontade não deveria ser condenável de forma alguma. Quer ir em 3 blocos por dia e aproveitar ao máximo o carnaval? Apoio 100%. Agora, se você prefere ficar dentro de casa lendo, vendo filme ou o tempo no Netflix, vai com tudo também! Sem reprovações e julgamentos o mundo seria um lugar muito melhor.

 

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Eu Fui: Foo Fighters @ Maracanã

Hoje não tem Música de Domingo por motivos de: não superei ainda ter visto minha banda favorita há exatos 7 dias. Por isso, vou tentar pôr em palavras o que rolou no Maracanã semana passada.

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Foo Fighters no Maracanã 2015

Depois de quase 3 anos, eles estão de volta. Turnê passando em 4 cidades brasileiras shows grandes e televisionados. Meu veredicto: Melhor do que eu me lembrava!

Depois do show ontem eu posso dizer que de fato vi um show do Foo Fighters. O Lollapalooza foi mágico, mas ver os caras que é bom, não rolou. Vi miniaturas da banda que eu adoro. Dessa vez investi na pista VIP e pude vê-los de um ângulo mais favorável. Minhas fotos ficaram ruins, mas não ligo pra isso não, elas vão ilustrar esse post porque o que importa são as lembranças.

Apesar da longa carreira, o setlist teve músicas de todas as fases e discos da banda. Destaque pra Big Me, meio acústica, com um coro sensacional. Foi legal também ouvir algumas músicas novas como Something From Nothing, Congregation e In The Clear.

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Única coisa ruim que aconteceu foi o corte de duas músicas no final do show: Outside e These Days estavam previstas no setlist mas foram cortadas e pelo que eu li por aí foi culpa da produção do show do Maracanã que mandou encerrar o show. Se isso for verdade mesmo, acho uma falta de respeito com os fãs que pagaram caro para estar lá.  Duas músicas a mais não mata ninguém, afinal a banda toca por mais de duas horas e isso tem que ser levado em conta.


Estrutura

Apesar de um show grande, achei a estrutura bem bacana. Entrada bem sinalizada e sem filas. Cheguei um pouco antes do show do Kaiser Chiefs e não encontrei problemas pra entrar. Muita gente reclamou da distribuição de água mas o que sempre me chova em eventos é o preço das coisas: um copinho merreca custar 6 reais é duro, viu? E não tínhamos opção dado o calor digno de sucursal do inferno que a gente tem enfrentado aqui no Rio de Janeiro. A saída do show foi bem tranquila e o Metrô colaborou ficando aberto até mais tarde pro pessoal voltar pra casa.

Shows de Abertura

A seleção das bandas de abertura foram bem interessantes. Não vi o show rápido do Raimundos, mas li muitos elogios pela social media. Já fui em show deles duas vezes aqui no Rio e gosto muito da banda.

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Já o Kaiser Chiefs não é uma banda tão relacionada com o Foo Fighters mas eles fizeram sucesso também. Sabiam que seria uma aquecimento para a banda principal e na performance isso ficou bem claro, principalmente com a hiperatividade do vocalista Ricky Wilson. Eles cumpriram bem a função de abertura e eles gostaram muito de estar no Brasil, tomara que voltem em breve.

 

O post tá raso pra caramba, mas em se tratando de banda favorita, a análise cede a vez para a emoção.

 

 

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Música de Domingo #40: Russian Red

Nada me dá mais aflição do que ouvir uma música na TV e ficar igual louca procurando no Google quem canta a bendita canção. Com essa música aconteceu exatamente isso: ela é trilha de uma propaganda do E! e levei um certo tempo pra descobrir que é a Russian Red a dona da música.

 

And all the boys and all the girls are doing fine
Cause they have trust and
Dont need to pray for all their lives
But older people seem to worry they feel sorry for a time

Russian Red é o nome artístico de Lourdes Hernández, cantora natural de Madrid e que despontou para o mainstream em 2008. Ela tem três CDs de estúdio: o mais recente, Agent Cooper, foi lançado em 2014 e tem a música de domingo de hoje.

 Links:

Facebook | Twitter | Instagram | Site Oficial

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Blogagem Coletiva: Como surgiu o Doce Subúrbia

Vou começar a postar os temas desse mês de Outubro do Rotaroots! O primeiro é pra contar um pouco sobre como nasceu o Doce Subúrbia. 

 

O que é o Rotaroots: O grupo tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor.

O nome

Foi difícil pensar num nome pro blog que me representasse completamente. Acabei escolhendo Subúrbia porque na minha cabeça muitas vezes me sinto um pouco à margem, não penso igual a todo mundo. Além do fato de morar no subúrbio, coisa que me orgulha muito pois considero que tive a melhor criação que alguém poderia ter, sem frescuras e num ambiente alegre. Isso diz muito sobre a pessoa que sou hoje.

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A minha primeira opção ia ser somente Subúrbia, mas não consegui registrar no WordPress então precisei de uma variação. Adicionei o “Doce” e assim surgiu esse espaço, pois é sempre bom ter um pouco de doçura em tudo o que você faz.

O que eu gosto de escrever

O Doce Subúrbia nasceu pra ser um blog pessoal, onde pudesse falar sobre tudo o que gosto em um único lugar. Temas como TV, Seriados, Música, Livros, Design e Publicidade são os meus favoritos. Só que com o tempo acabei debandando um pouco e criei o Viagem em Conta, onde comecei a contar um pouco sobre as poucas viagens que fiz e esse ano nasceu o Camisetices, um espaço voltado a compartilhar coisas sobre camisetas. Mas nunca larguei esse espaço aqui e nem pretendo, ele só anda meio devagar mesmo. Pretendo ser mais ativa aqui, prometo! Tô com muitas ideias pra deixar esse espaço mais movimentado.

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Como ser independente na era da Internet?

Esse texto é inspirado na Blogagem Coletiva do Rotaroots.

O que é o Rotaroots: O grupo tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor.

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Foto por trueboyslove (Tumblr)

Quando vi esse tema lá no Rotaroots, confesso que fiquei confusa. Passei um bom tempo pensando no que seria o cenário ideal de independência: morar sozinha, ganhar bem, não precisar dar satisfação pra ninguém? Pra muita gente esse seria os pilares da independência.

Mas pensando bem, cheguei a conclusão de que ser independente pra mim é algo um pouco mais profundo: independência é parar de julgar os outros por coisas menores e, em contrapartida, não se deixar afetar por nenhum julgamento quenão acrescente nada na sua vida.

Explico: Em mundo de redes sociais, todo mundo é passível de julgamento e todos tem uma opinião formada sobre algo (ou alguém). Quem acompanha o mundo dos blogs de moda, por exemplo, sempre vê críticas ferrenhas de “leitoras” que acham que por estar num ambiente virtual, podem falar o que querem e  usam as palavras sem pensar nas consequências. Alguém falar que a sua roupa é ridícula ou que o seu cabelo é ruim porque ele é cacheado são alguns exemplos de como uma opinião mal dada pode ser prejudicial a sua independência de ser quem você realmente é, principalmente quando a gente dá importância a esse tipo de comentário.

Trouxe esse exemplo dos blogs porque achei que fosse o mais fácil de entender, mas isso também se aplica na vida offline também. Aquelas fofoquinhas que a gente faz com as amigas falando mal de alguém ou criticando o look do dia, tem o mesmo efeito: não acrescenta nada na vida de ninguém.

Infelizmente não podemos impedir o julgamento alheio mas podemos trabalhar pra que essas palavras e pensamentos não nos influenciem no que nós somos ou queremos ser. Ao mesmo tempo, nós também temos o hábito de analisar e consequentemente julgar os outros. Por isso, não podemos criticar alguém pelo julgamento mal educado se nossas mentes fazemos o mesmo, certo?
Creio que esse é um trabalho constante e o atingimento dessa meta nos transforma em seres independentes e provavelmente muito mais felizes.

Resumindo a história:  não dê tanta importância a comentários que não vão te fazer melhorar como pessoa. Isso é ser independente 🙂

Essa foi a minha visão de independência, qual é a sua? Comentários são bem vindos!

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Pra Curtir: Diálogos de Bolso

Em tempos de homofobia, eleição e coisas que nos irritam profundamente no Facebook, é sempre bom ver coisas legais  e interessantes que podem pintar por lá. Uma das minhas últimas descobertas foi a página Diálogos de Bolso, onde são compartilhados curtos diálogos que a gente pode ouvir em qualquer lugar no nosso dia a dia.

Alguns dos textos são fofos, outros são tristes e acho que essa inconsistência é o que mais me chamou atenção na página. Afinal, a vida não é linda e nem uma porcaria 100% do tempo, né?

Selecionei alguns dos diálogos que eu adorei pra compartilhar com vocês:

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Blogueando por aí

Sim, a Subúrbia está um pouco abandonada, mas tem um motivo: estou tocando o Camisetices, um blog sobre camisetas. Sempre adorei pesquisar sobre o tema e num lampejo, o blog estava criado. Acabou que estou dedicando mais tempo a ele, pois já tenho tantas referências mentais sobre camisetas que postar é muito mais fácil.

Aqui no Subúrbia é muito mais subjetivo. envolve tempo pra escrever e refletir. Jamais vou abandonar esse espaço, mas vou estar mais presente o Camisetices e no Viagem em Conta, meu bloguinho de viagens que anda devagar também, mas é um espaço querido da mesma forma.

Os links pra acompanhar meus novos blogs  são:

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CAMISETICES

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VIAGEM EM CONTA

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