Eu Fui: Foo Fighters @ Maracanã

Hoje não tem Música de Domingo por motivos de: não superei ainda ter visto minha banda favorita há exatos 7 dias. Por isso, vou tentar pôr em palavras o que rolou no Maracanã semana passada.

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Foo Fighters no Maracanã 2015

Depois de quase 3 anos, eles estão de volta. Turnê passando em 4 cidades brasileiras shows grandes e televisionados. Meu veredicto: Melhor do que eu me lembrava!

Depois do show ontem eu posso dizer que de fato vi um show do Foo Fighters. O Lollapalooza foi mágico, mas ver os caras que é bom, não rolou. Vi miniaturas da banda que eu adoro. Dessa vez investi na pista VIP e pude vê-los de um ângulo mais favorável. Minhas fotos ficaram ruins, mas não ligo pra isso não, elas vão ilustrar esse post porque o que importa são as lembranças.

Apesar da longa carreira, o setlist teve músicas de todas as fases e discos da banda. Destaque pra Big Me, meio acústica, com um coro sensacional. Foi legal também ouvir algumas músicas novas como Something From Nothing, Congregation e In The Clear.

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Única coisa ruim que aconteceu foi o corte de duas músicas no final do show: Outside e These Days estavam previstas no setlist mas foram cortadas e pelo que eu li por aí foi culpa da produção do show do Maracanã que mandou encerrar o show. Se isso for verdade mesmo, acho uma falta de respeito com os fãs que pagaram caro para estar lá.  Duas músicas a mais não mata ninguém, afinal a banda toca por mais de duas horas e isso tem que ser levado em conta.


Estrutura

Apesar de um show grande, achei a estrutura bem bacana. Entrada bem sinalizada e sem filas. Cheguei um pouco antes do show do Kaiser Chiefs e não encontrei problemas pra entrar. Muita gente reclamou da distribuição de água mas o que sempre me chova em eventos é o preço das coisas: um copinho merreca custar 6 reais é duro, viu? E não tínhamos opção dado o calor digno de sucursal do inferno que a gente tem enfrentado aqui no Rio de Janeiro. A saída do show foi bem tranquila e o Metrô colaborou ficando aberto até mais tarde pro pessoal voltar pra casa.

Shows de Abertura

A seleção das bandas de abertura foram bem interessantes. Não vi o show rápido do Raimundos, mas li muitos elogios pela social media. Já fui em show deles duas vezes aqui no Rio e gosto muito da banda.

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Já o Kaiser Chiefs não é uma banda tão relacionada com o Foo Fighters mas eles fizeram sucesso também. Sabiam que seria uma aquecimento para a banda principal e na performance isso ficou bem claro, principalmente com a hiperatividade do vocalista Ricky Wilson. Eles cumpriram bem a função de abertura e eles gostaram muito de estar no Brasil, tomara que voltem em breve.

 

O post tá raso pra caramba, mas em se tratando de banda favorita, a análise cede a vez para a emoção.

 

 

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Música de Domingo #40: Russian Red

Nada me dá mais aflição do que ouvir uma música na TV e ficar igual louca procurando no Google quem canta a bendita canção. Com essa música aconteceu exatamente isso: ela é trilha de uma propaganda do E! e levei um certo tempo pra descobrir que é a Russian Red a dona da música.

 

And all the boys and all the girls are doing fine
Cause they have trust and
Dont need to pray for all their lives
But older people seem to worry they feel sorry for a time

Russian Red é o nome artístico de Lourdes Hernández, cantora natural de Madrid e que despontou para o mainstream em 2008. Ela tem três CDs de estúdio: o mais recente, Agent Cooper, foi lançado em 2014 e tem a música de domingo de hoje.

 Links:

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Blogagem Coletiva: Como surgiu o Doce Subúrbia

Vou começar a postar os temas desse mês de Outubro do Rotaroots! O primeiro é pra contar um pouco sobre como nasceu o Doce Subúrbia. 

 

O que é o Rotaroots: O grupo tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor.

O nome

Foi difícil pensar num nome pro blog que me representasse completamente. Acabei escolhendo Subúrbia porque na minha cabeça muitas vezes me sinto um pouco à margem, não penso igual a todo mundo. Além do fato de morar no subúrbio, coisa que me orgulha muito pois considero que tive a melhor criação que alguém poderia ter, sem frescuras e num ambiente alegre. Isso diz muito sobre a pessoa que sou hoje.

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A minha primeira opção ia ser somente Subúrbia, mas não consegui registrar no WordPress então precisei de uma variação. Adicionei o “Doce” e assim surgiu esse espaço, pois é sempre bom ter um pouco de doçura em tudo o que você faz.

O que eu gosto de escrever

O Doce Subúrbia nasceu pra ser um blog pessoal, onde pudesse falar sobre tudo o que gosto em um único lugar. Temas como TV, Seriados, Música, Livros, Design e Publicidade são os meus favoritos. Só que com o tempo acabei debandando um pouco e criei o Viagem em Conta, onde comecei a contar um pouco sobre as poucas viagens que fiz e esse ano nasceu o Camisetices, um espaço voltado a compartilhar coisas sobre camisetas. Mas nunca larguei esse espaço aqui e nem pretendo, ele só anda meio devagar mesmo. Pretendo ser mais ativa aqui, prometo! Tô com muitas ideias pra deixar esse espaço mais movimentado.

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Como ser independente na era da Internet?

Esse texto é inspirado na Blogagem Coletiva do Rotaroots.

O que é o Rotaroots: O grupo tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor.

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Foto por trueboyslove (Tumblr)

Quando vi esse tema lá no Rotaroots, confesso que fiquei confusa. Passei um bom tempo pensando no que seria o cenário ideal de independência: morar sozinha, ganhar bem, não precisar dar satisfação pra ninguém? Pra muita gente esse seria os pilares da independência.

Mas pensando bem, cheguei a conclusão de que ser independente pra mim é algo um pouco mais profundo: independência é parar de julgar os outros por coisas menores e, em contrapartida, não se deixar afetar por nenhum julgamento quenão acrescente nada na sua vida.

Explico: Em mundo de redes sociais, todo mundo é passível de julgamento e todos tem uma opinião formada sobre algo (ou alguém). Quem acompanha o mundo dos blogs de moda, por exemplo, sempre vê críticas ferrenhas de “leitoras” que acham que por estar num ambiente virtual, podem falar o que querem e  usam as palavras sem pensar nas consequências. Alguém falar que a sua roupa é ridícula ou que o seu cabelo é ruim porque ele é cacheado são alguns exemplos de como uma opinião mal dada pode ser prejudicial a sua independência de ser quem você realmente é, principalmente quando a gente dá importância a esse tipo de comentário.

Trouxe esse exemplo dos blogs porque achei que fosse o mais fácil de entender, mas isso também se aplica na vida offline também. Aquelas fofoquinhas que a gente faz com as amigas falando mal de alguém ou criticando o look do dia, tem o mesmo efeito: não acrescenta nada na vida de ninguém.

Infelizmente não podemos impedir o julgamento alheio mas podemos trabalhar pra que essas palavras e pensamentos não nos influenciem no que nós somos ou queremos ser. Ao mesmo tempo, nós também temos o hábito de analisar e consequentemente julgar os outros. Por isso, não podemos criticar alguém pelo julgamento mal educado se nossas mentes fazemos o mesmo, certo?
Creio que esse é um trabalho constante e o atingimento dessa meta nos transforma em seres independentes e provavelmente muito mais felizes.

Resumindo a história:  não dê tanta importância a comentários que não vão te fazer melhorar como pessoa. Isso é ser independente 🙂

Essa foi a minha visão de independência, qual é a sua? Comentários são bem vindos!

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Pra Curtir: Diálogos de Bolso

Em tempos de homofobia, eleição e coisas que nos irritam profundamente no Facebook, é sempre bom ver coisas legais  e interessantes que podem pintar por lá. Uma das minhas últimas descobertas foi a página Diálogos de Bolso, onde são compartilhados curtos diálogos que a gente pode ouvir em qualquer lugar no nosso dia a dia.

Alguns dos textos são fofos, outros são tristes e acho que essa inconsistência é o que mais me chamou atenção na página. Afinal, a vida não é linda e nem uma porcaria 100% do tempo, né?

Selecionei alguns dos diálogos que eu adorei pra compartilhar com vocês:

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Blogueando por aí

Sim, a Subúrbia está um pouco abandonada, mas tem um motivo: estou tocando o Camisetices, um blog sobre camisetas. Sempre adorei pesquisar sobre o tema e num lampejo, o blog estava criado. Acabou que estou dedicando mais tempo a ele, pois já tenho tantas referências mentais sobre camisetas que postar é muito mais fácil.

Aqui no Subúrbia é muito mais subjetivo. envolve tempo pra escrever e refletir. Jamais vou abandonar esse espaço, mas vou estar mais presente o Camisetices e no Viagem em Conta, meu bloguinho de viagens que anda devagar também, mas é um espaço querido da mesma forma.

Os links pra acompanhar meus novos blogs  são:

logo_ka_RGB

CAMISETICES

BLOG | FACEBOOK | TWITTER | FASHIOLISTA

logo blog viagem viagem em conta

VIAGEM EM CONTA

BLOG | FACEBOOK | TWITTER | TUMBLR

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Música de Domingo #39: The Birds of Satan

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Birds of Satan é o mais novo projeto paralelo do Taylor Hawkins, baterista do Foo Fighters. No dia 15 abril sai o álbum, com participação dos amiguinhos do Foo Pat Smear e Dave Grohl.

Adoro acompanhar os projetos paralelos dos músicos que gosto  pois em todos eles conhecemos um lado novo dos integrantes. Taylor tem uma voz muito boa que passou a ser explorada pelo Foo Fighters só depois do quinto álbum com “Cold Day in The Sun”. Agora é aguardar o álbum mas a banda já lançou o aúdio de Thanks For The Line:

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Música de Domingo #38: Os esquecidos do Grammy

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Hoje é dia de Grammy, aquela premiação com 25 mil categorias mas que no final só umas 10 realmente importam.  Com tantas categorias é quase impossível que algum artista de destaque da música mundial não tenha um gramofone em casa, certo? Bom, não é bem assim.  A Rolling Stone americana fez uma lista com 25 artistas que não ganharam um Grammy sequer.

Alguns deles até já foram reconhecidos com indicações. É o caso de nomes  como Snoop Dogg, Depeche Mode, Katy Perry, Guns n´Roses, Oasis, Morrissey e Queens Of Stone Age.

Na lista ainda aparem artistas que não receberam nenhuma indicação ao prêmio, como é o caso de Spice Girls,  Strokes, Velvet Underground. São  artistas  que tem uma base de fãs bem considerável. O Grammy sempre foi uma premiação com categorias em quase todos os estilos musicais e por isso a maioria desses artistas poderia ser pelo menos indicada a alguma coisa.

Pra mim, as maiores injustiças são Strokes e QOTSA. São bandas sólidas que mereciam o reconhecimento. Hoje Josh Homme e cia tem chance de reverter isso, já que concorrem com o “Like The Clockwork” a melhor álbum de Rock e My God Is The Sun como melhor música de rock (ou algo do gênero)

Com esses artistas que ficaram chupando dedo, fiz a playlist mais louca que provavelmente esse blog vai ver: Os esquecidos do Grammy. Clica no player aí embaixo pra ouvir:

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Música de Domingo #37: Odesza

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Conheci o duo Odesza hoje cedo, porque uma música deles ela trilha sonora de um vídeo que estava assistindo no Vimeo.

A dupla é formada por Harrison Mills (Catacombkid) e Clayton Kight (BeachesBeaches). Os dois se conheceram na faculdade e acharam bacana se unir e fazer um som.

O som é bem lounge com uma pegada eletrônica. Recomendo duas músicas:

How did I get here?

My Friends never die

Links:

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New Year, New Life

New Year, New Life

Sou contra resoluções para o ano novo, mas a favor de resoluções para o resto da vida.

 

Feliz 2014!

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